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UTIs do HEAT e João Batista Cáffaro estão entre as melhores do país

As unidades receberam a certificado "UTI Eficiente 2025"

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 02 de abril de 2025 - 17:44
UTI do HEAT ganhar certificado de eficiência
UTI do HEAT ganhar certificado de eficiência -

Pelo oitavo ano consecutivo, as Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) do Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), em São Gonçalo, receberam a certificação de “UTI Top Performer 2025” emitido pela Epimed Solutions, especializada em soluções para gestão de informações clínicas e epidemiológicas. O HEAT também recebeu a certificação “UTI Eficiente 2025” juntamente com o Hospital Estadual João Batista Cáffaro, em Itaboraí. Neste ano, 304 hospitais brasileiros foram contemplados com os selos, concedidos a instituições que se destacaram pela segurança do paciente, eficiência no uso de recursos e qualidade assistencial no atendimento a pacientes críticos. A avaliação considerou o desempenho de 800 hospitais monitorados pelo Projeto UTIS Brasileiras em 2024 (352 públicos e 448 privados).

“Esses hospitais representam o que há de mais avançado em terapia intensiva no Brasil. São unidades que priorizam o cuidado seguro, medem resultados e buscam excelência clínica mesmo em contextos desafiadores. Entre os 304 hospitais reconhecidos nesta edição, 164 são privados que receberam o selo Top Performer, e outros 82 conquistaram o selo de Eficiência. Já entre os públicos, 25 hospitais foram certificados como Top Performer e 33 como Eficientes”, explica Patrícia Mello, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Imagem ilustrativa da imagem UTIs do HEAT e João Batista Cáffaro estão entre as melhores do país

O diretor do Complexo de Saúde Alberto Torres, Raphael Riodades, garante que os Hospitais Estaduais Alberto Torres e João Batista Cáffaro buscam manter um padrão de excelência que envolve as equipes médicas e multidisciplinares e o selo veio premiar os esforços da equipe. “Esses resultados refletem um esforço contínuo para melhorar a qualidade dos serviços. A certificação é um indicativo de que os hospitais estão comprometidos com a excelência no atendimento e a segurança dos pacientes”, declarou.


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Criada em 2016, a certificação visa reconhecer anualmente a qualidade e a excelência do atendimento prestado por essas unidades, refletindo o compromisso com a melhoria contínua e a promoção de um cuidado seguro, sustentável e eficiente. A divulgação dos dados, segundo os médicos intensivistas dos hospitais, unidades administradas pelo IDEAS em parceria com o Governo do Estado, é um passo importante para a transparência no setor de saúde.

A certificação leva em conta uma série de indicadores que medem o desempenho real das UTIs, ajustado ao perfil dos pacientes atendidos. Para isso, são utilizados dois parâmetros principais: a Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP), que compara o número de mortes esperadas com o número de mortes reais, levando em conta a gravidade dos pacientes; e a Taxa de Utilização de Recursos Padronizada (TURP), que avalia se a UTI faz um uso adequado dos recursos disponíveis, nem em excesso, nem de forma insuficiente.

Imagem ilustrativa da imagem UTIs do HEAT e João Batista Cáffaro estão entre as melhores do país

Esses dois indicadores são calculados a partir de escores reconhecidos internacionalmente, como o SAPS 3, que estima o risco de morte logo na admissão do paciente na UTI. Para receber o selo Top Performer, a unidade precisa estar entre as 33% melhores UTIs do país nesses dois indicadores. Já o selo de UTI Eficiente é concedido às unidades que estão acima da média, mas não entre as melhores, entre o 33º e o 50º percentil.

Além disso, só são avaliadas UTIs que usam o sistema de monitoramento da Epimed durante todo o ano de análise, com volume mínimo de internações e preenchimento confiável dos dados clínicos. As UTIs ainda são avaliadas de acordo com o perfil dos pacientes que atendem. Por isso, há distinção entre UTIs cardiológicas (com maioria de pacientes com problemas do coração) e UTIs gerais (com pacientes de diferentes perfis clínicos ou cirúrgicos)

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