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Família se despede de gonçalense encontrada morta em Itaguaí; Polícia não descarta nenhuma hipótese

Moradora do Laranjal, nutricionista saiu para trabalhar e foi encontrada morta horas depois, atingida por pelo menos cinco disparos

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 01 de abril de 2025 - 20:34
Parentes e familiares de Andréia estiveram no sepultamento
Parentes e familiares de Andréia estiveram no sepultamento -

A Polícia Civil ainda não descartou nenhuma linha de investigação no caso da nutricionista e moradora de São Gonçalo, Andréia Cabral Monteiro, de 54 anos, executada a tiros em Itaguaí, na Baixada Fluminense, na última segunda-feira (31). O corpo da vítima foi encontrado na Estrada do Brisamar e o sepultamento aconteceu na tarde desta terça-feira (01), no Cemitério Parque da Paz, no Pacheco, em São Gonçalo. Dezenas de amigos e familiares se reuniram para se despedir e prestar as últimas homenagens à Andréia, que morava no bairro Laranjal, e deixa dois filhos.

A alegria e o gosto pela vida foram a principais marcas que ela deixou na memória dos amigos, segundo os relatos dos presentes no velório. O filho mais velho de Andreia, Felipe Charret, destacou o legado positivo deixado pela mãe. “Ela vivia a vida intensamente. Infelizmente, foi tirada de nós de uma forma trágica, mas só temos coisas boas a dizer da minha mãe. Ela deixa um legado de felicidade, de vontade. Sempre deixou um ensinamentos para a gente..que tem que viver com intensidade, tesão de viver! Foi uma mãe incrível; carinhosa, atenciosa, queria os filhos perto. Deixa muita saudade”, contou o filho.

O sepultamento aconteceu no Cemitério Parque da Paz, na tarde dessa terça-feira (1)
O sepultamento aconteceu no Cemitério Parque da Paz, na tarde dessa terça-feira (1) |  Foto: Enzo Britto

Segundo o irmão da vítima, que preferiu não ser identificado, o último contato com Andréia aconteceu no domingo (30). Ela estava há dois anos em un relacionamento com um morador de Itaguaí e costumava passar alguns finais de semana com ele. “Ela saiu na sexta-feira para trabalhar e já levou roupas para passar o fim de semana com o namorado. Foi conhecer a Ilha da Madeira, que não conhecia, postou fotos… No domingo, ela avisou ao meu pai que não ia voltar no domingo. A gente sempre trocava mensagem, ela respondia rápido. Segunda de manhã, eu mandei uma mensagem para ela e ela não respondeu mais”, contou o irmão.

De acordo com relatos de pessoas próximas a ela, na segunda (31), imagens de uma outra mulher seminua e com ferimentos apareceram nos “status” compartilhados pelo perfil de Andreia no aplicativo WhatsApp. A familia não sabe quem era a mulher das fotos. Algumas horas depois, eles receberam a informação de que ela havia sido encontrada morta em Itaguaí.

Andréia, segundo relatos dos parentes, sempre foi uma pessoa alegre, que demonstrava gosto pela vida
Andréia, segundo relatos dos parentes, sempre foi uma pessoa alegre, que demonstrava gosto pela vida |  Foto: Divulgação

Andreia trabalhava em Ramos, na Zona Norte do Rio. O veículo que ela usava para ir ao trabalho foi roubado junto de pertences da vítima e ainda não havia sido localizado até a tarde dessa terça (01).

“A Polícia não descarta nenhuma hipótese. A gente não sabe. Ela nunca relatou nenhuma desavença com outras pessoas, nunca reclamou de maus tratos ou de problemas no relacionamento. Não sabemos o que aconteceu, infelizmente”, lamentou o irmão da vítima, bastante comovido.

Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) estão investigando o crime e realizam diligências na região para apurar mais detalhes sobre as circunstâncias do caso.

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